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No
nó corredio do meu olhar,
No
liame dos meus beijos a ti ligar,
Na
laçada dos meus braços a ti envolver.
Nos
ardis de minhas palavras.
Na
cilada do simples fato de ti tocar,
Na
corda bamba em que vou te deixar,
Na
prisão dos poemas de minhas lavras.
No
vínculo da nossa cumplicidade,
Na
armadilha da amizade camuflada,
Na
prisão da tua imaginação maculada,
Nas
artimanhas da tua falsa religiosidade.
Portanto,
vou tua alma sufocar,
Ainda
que teu espírito esteja distante,
O
teu corpo quente vou tê-lo num instante,
Na
arapuca por mim amada em tua mente para ti amar.
Lenilson
Fonsêca - O Poeta Arqueiro Da Madrugada - De minha autoria

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